domingo, 1 de março de 2009

Tchau, pessoal!

Bem, hoje o papo é diferente. Vou ser curto e educado, não grosso. Decidi dar um fim ao blog. "Mas por que?!" - Muitos de vocês vão me perguntar durante muitas semanas. É justamente por isso, vocês vão passar semanas me perguntando, pois não leram essa postagem. Antes que vocês pensem de maneira equivocada, explico: eu não tinha pretensão de fazer fama com um blog (pra mim isso soa BEM POUCO mais plausível do que ganhar na loteria), mas sim de divertir grande parte dos meus amigos e conhecidos. Não atingi esse objetivo no tempo determinado (6 meses) e por isso estou encerrando as atividades por aqui.
E não pensem que eu esqueci todos os comentários bem elaborados, divertidos, afiados... importantes. Agradeço por todos eles de coração. Não queria acabar com o divertimento dos poucos que liam com frequência, mas infelizmente eu tenho pouca paciência e sou metódico demais (e muitos de vocês sabem BEM dessas duas coisas) pra lidar com isso.
Não vou excluir o blog do blogger, pois alguns podem ainda querer ler alguma postagem que tenha faltado em sua leitura, mas sejam rápidos, pois com o tempo o próprio blogger se encarregará de apagá-lo quando "perceber" que eu não posto mais.

Obrigado a todos pela compreensão!

Salomão Fernandes

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Havaí 2008! Uhooo... Zzz...

Cá estou eu denovo com mais uma fuleiragem pra contar! Hehehe! Muita gente conhece essa história, mas ainda há quem não tenha sabido e é, também, por isso que ela entra aqui. Como de costume, respostas aos comentários:

  • Erica, Brinell e Sarah: Também gostei dos nomes. São sublimes e modernos! Hehehe! O pior não é o boneco em si, Brinell. O pior é a vergonha (que dura anos, pode apostar) depois! E quanto ao quarto da Maricota, praticamente tudo o que havia dentro era rosa mesmo, Sarah. Pode acreditar.
  • Flor: Bem... levando em conta tudo o que você disse no seu comentário, eu acho que vou começar a cobrar cachê pra fazer essas visitas. O que você acha? Quanto eu deveria cobrar? Acho também que você vai gostar da próxima série aqui do blog e sei que você vai tecer um comentário perfurante, contundente e ácido pra ela.

E, mais uma vez atrasando o início da postagem, gostaria de fazer uma correção sobre aquele maravilhoso reveillon:

  • Me enganei ao dizer que fui pra casa da Mariquinha sem conhecer ninguém lá. Na verdade, eu já conhecia a própria Mariquinha e a Maricota.


Em clima de Festa do Havaí (pra quem não conhece, é uma festa tradicional da minha cidade natal), a história dessa semana vai contar os fatos do evento do ano passado (pois a desse ano foi uma mieeerda!).
Estava eu muito animado no dia da festa, pois nesse mesmo dia eu havia passado no exame de direção e um amigo estava casando-se. A minha comemoração ia ser toda na festa do Havaí e o "esquenta" pra farra foi na festa de casamento do Astrogildo. Na época (menos de um mês antes do Carnaval de um dia só) eu estava com o fígado e a garganta "bem" disciplinados, então fiquei bebendo cachaça (ypioca prata, pra quem gosta dos detalhes) com o Genival.
A hora da Festa do Havaí já estava se aproximando, então decidimos sair da festa de casamento pra começar a se preparar. O Genival, muito mais cachaceiro do que eu, queria levar uma garrafa de cachaça do casamento do Astrogildo, mas eu, mais consciente, porém não menos bêbado, sugeri que levássemos a bebida em copos (grandes). E lá fomos nós na biz do meu pai.
A festa do casamento estava acontecendo em um sítio e tinha chovido a tarde inteira. O caminho estava cheio de lama e barro, o que fazia o Genival frear a todo momento pra não sujar tudo ou cair. A cada freada eu derramava cachaça nas costas dele, pois os copos estavam transbordando. Depois da quarta ou quinta freada, ele ficou mais irritado e olhou pra trás pra reclamar comigo. Resultado: tooome lama!
Me levantei da poça e fiquei me limpando inutilmente. Estranhei o fato de ele estar demorando pra se levantar, mas depois percebi que ele não levantava porque a biz estava em cima dele. Levantei a biz e depois que ele conseguiu encontrar o sapato que se perdeu no meio da lama, prosseguimos. Fomos pelas ruas mais escondidas pra que meu pai não visse a biz (e a gente) naquele estado, mas a primeira pessoa que cruzou o nosso caminho foi o meu tio:

- Eita porra! Caíram na lama?! - Gritou ele em tom de gozação.

Depois de (eu) botar o maior boneco na praça principal da cidade (todo sujo de lama, dançando com os dedos indicadores apontados pra cima, sem camisa e cantando: "Barro! Barro! Barro, barro, barro!"), lavamos a biz e fomos cada um pra sua casa aprontar-se finalmente pra festa.
Enfim, estava pronto, entrando na tão esperada comemoração... e ainda bêbado. Assim que passei pelo portão principal do clube, encontrei com uns amigos e fui com eles sondar o local. Em uma das voltas pelo meio da multidão. Encontramos um grupo de amigas. Fui logo cumprimentar a Solange:

- Solange! - Disse eu enquanto enchia as mãos com os seios dela (titânicos, colossais, enormes...).

Ela soltou um grito e os caras me tiraram logo dali antes que a confusão ficasse feia demais. Mais algumas voltas e chegamos à mesa onde estava o resto do pessoal. Na mesa, é claro, havia muita bebida e eu não pensei duas vezes ( pra falar a verdade, eu tenho quase certeza que não pensei nenhuma vez): comecei a beber cachaça pura direto da garrafa. Depois de meia hora (a contar da hora em que passei pelo portão principal) eu estava parecendo um João-bobo, mas terminei caindo de testa na mesa de ferro e adormecendo. Alguma alma generosa trouxe uma cadeira, me sentou nela e ali mesmo eu fiquei dormindo.
Às vezes eu acordava, olhava pros lados, não sabia pra que lado do clube eu estava olhando, não entendia nada do que acontecia ao meu redor e dormia denovo. Muita gente fez hora com a minha cara, me usaram como ponto turístico (tirando fotos comigo como se eu fosse a atração da festa... e talvez eu fosse mesmo), mas enfim, eu acordei.

Nem doeu mesmo...

Abri os olhos, levantei a cabeça e vi a Marinalva, ficando com o Deusimar na mesma mesa que eu estava. Assim... só pra constar, eu estava com uma dor de cotovelos desgraçada, porque semanas atrás ela havia me deixado por umas coisas que eu tinha feito. Pra não ficar vendo a cena, me levantei pra dar uma volta pelo clube. Assim eu aproveitava pra me situar, pois não sabia em que parte dele eu estava.

Perdi a dança!

Passei pelo bar, comprei três garrafas de água (duas pra beber e uma pra gelar a cabeça). Olhei pro relógio, olhei pro palco e olhei pro relógio denovo. Eram 4:30 da manhã.

- É, acho que perdi um pouquinho da festa. - Lamentei... ops! Pensei comigo mesmo.

Saldo final: fígado arruinado, gosto de cachaça velha na boca, cutucão no cotovelo e uma ressaca de matar boi. Paguei pouco mais de 20 contos por isso tudo! Bom, não é?

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Feliz ressaca nova!

Mais uma! E respondendo ao (único) comentário:
  • Brinell: Em breve vou criar uma mega série com bem mais que 5 postagens, mas por enquanto vamos ver o que aparece na minha cabeça.


Em homenagem a essa virada de ano (que já não é mais tão recente assim), temos uma postagem de reveillon!

Final de 2005 (ou foi 2006? Droga! Nunca consigo lembrar dos reveillons!). O Zezão, um grande amigo, passava por muitos problemas com a namorada, Mariquinha, que morava em Limoeiro, e eu o aconselhava algumas vezes (ou pelo menos o ouvia, já que não sou um expert em relacionamentos), mas nunca tinha visto a moça.
Com a virada próxima e sem nenhuma idéia de onde comemorar a data, comecei a ficar um pouco ansioso e inquieto. Zezão, percebendo minha mudança, perguntou por que eu estava daquele jeito. Expliquei a situação e ele gentilmente me convidou pra passar o reveillon com ele na casa de sua namorada (agora sem problemas). Achei muito estranho, pois não conhecia ninguém da família dela, mas me vendo em um beco sem saída, aceitei sem muita resistência.
Chegou o dia. Zezão já estava lá quando cheguei com o Teobaldo, amigo da família e também meu amigo. Era um churrasco noturno, com muita bebida e gente desconhecida. O combinado era que eu e Teobaldo só voltaríamos depois do almoço do dia seguinte, pois o Seu Baltazar, pai da Mariquinha, iria cozinhar (e acreditem, perder isso seria um pecado mortal!), mas não aconteceu bem assim...
Assim que cheguei, fui apresentado a todos já citados acima, além da Dona Genovalda e da Maricota, mãe e irmã da Mariquinha respectivamente. A uma mesa separada dos demais, sentamos eu, Zezão, Mariquinha e Maricota. A comida era servida regularmente e para beber, optamos pela vodka com refrigerante de limão. Doses foram, doses vieram e as do Zezão sempre menores e mais fracas que as minhas. Segundo a Mariquinha, enquanto eu enchia o copo três vezes, o Zezão enchia uma. E o resultado, não podia ser outro...
Não sentia diferença alguma no meu estado, até me levantar pra "dar um mijão" como nós, homens, costumamos dizer. Assim que levantei, todo mundo percebeu que eu tava meio "João bobo" ao mesmo tempo que ouviram minhas palavras:

- Cara, eu não tô legal não, ó! -

A partir daqui, vou ressaltar uma coisa: muito do que vou contar agora foi o que me disseram, e não o que eu me lembro.

Mariquinha e Dona Genovalda me levaram até o banheiro, onde fiz uma tremenda burrice vomitando na pia. Depois de feito o desastre, pedi pra ficar deitado no sofá da sala (bem próximo do banheiro), alegando que assim melhoraria logo. Do sofá pro banheiro, do banheiro pro sofá. Na quinta ou sexta volta desse ciclo, indo ao banheiro, dei de cara com a porta do mesmo trancada. Bati e ninguém respondeu (ou pelo menos eu não ouvi). Fiquei em pé esperando na frente da porta. Com muito sono e salivando muito, tranquei a boca pra não ficar babando e acabei dormindo (isso mesmo, dormi em pé). Dona Genovalda, muito preocupada comigo, foi ver como eu estava lá na sala e deu de cara com a cena: eu estava de pé, dormindo totalmente apoiado na porta só com a minha testa e com a boca cheia de saliva (diz ela que eu estava com as bochechas cheias). Iniciou-se um breve "diálogo":

- Você tá bem, Salomão? -
* Aceno com a cabeça indicando que não *
- Tem alguém no banheiro? -
* Aceno com a cabeça indicando que sim *
- Então vem que eu te levo pro banheiro lá de cima. -

A segui e como sou um bêbado muito teimoso, subi as escadas e entrei no banheiro sozinho. Chegando lá, tranquei a porta (com aquelas chaves embutidas que ficam por dentro do banheiro) e fiz a mesma porcaria que fiz na pia do banheiro lá de baixo. Lembro que fiquei muito assustado por que a pia ficou entupida com tanto vômito e comecei a fazer de tudo pra que aquilo descesse logo.
O fato é que eu comecei a demorar muito e logo todo mundo começou a sentir minha falta. Procuraram em todo lugar e, sem muita dificuldade, descobriram onde eu estava. Chamaram, chamaram e eu não respondi.

- Mas e a porta? Ele trancou por dentro. Como é que a gente abre? - Alguém falou.
- Tem umas chaves de reserva pra essa porta! Eu vou procurar! - Outro alguém exclamou.

Acharam as chaves, destrancaram a porta e tentaram abrir, mas ainda assim alguma coisa não deixava a porta abrir. Depois de uma forcinha maior e algumas tentativas extra, conseguiram abrir e descobriram o que era a trava da porta. Era eu. Dormi sentado no chão do banheiro (provavelmente de cansaço pelo tremendo esforço de limpar a imundice que fiz), encostado na porta (que abria pra dentro). Me ajudaram a descer as escadas e me puseram pra dormir (tarefa fácil, claro!).

Mais ou menos parecido, mas eu estava bem (e totalmente) vestido.

Com muita dificudade, abri os olhos pra receber o "murro matinal" que o Sol sempre dá naqueles que estão de ressaca e comecei a me perguntar onde diabos eu estava. Olhei pros lados, pra cima, pra baixo, pra trás... tudo era rosa. Demorei pra entender, mas percebi que tinha dormido no quarto da Maricota. Tremi só de imaginar o que o Seu Baltazar ia fazer comigo quando eu acordasse.
Levantei, vesti minhas roupas que estavam perto e abri um pouco a porta pra sondar o ambiente. Vi o Teobaldo dormindo na sala. Saí do quarto pra acordá-lo e assim que ponho os pés pra fora, Dona Genovalda entra na sala vindo da cozinha com um sorriso no rosto e uma arma de gerar vergonha na língua:

- Ah! Hoje ele tá mais coradinho! Você tá bem, meu filho? -

Respondi sem jeito e acordei logo o Teobaldo pra fugir daquela vergonha. Nem deixei ele comer nada!

- FIM -

P.S. 1: Postar de lan house é horrível!
P.S. 2: Depois disso tudo virei amigo da família da Mariquinha e quero agradecer por tudo que fizeram por mim até hoje (vocês sabem que são vocês).

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

De volta pra casa

Vamos, vamos, vamos! Agora é jogo rápido, vocês já passaram tempo demais sem postagens!

Atraso nas postagens
  • André Faheina: Temo que a próxima série será maior que o carnaval (e mais engraçada ainda, por incrível que pareça!), mas não se preocupe, vou dividir em suaves postagens (serão muitas partes).
  • Apolikartt: Querido leitor, isso não foi uma greve (até queria ser pago pra manter esse blog, mas...), foi uma necessidade de ordem maior chamada "faculdade". E torno a repetir - Não vou inventar nada! Só falo o que realmente acontece! - Nem adianta insistir!
O carnaval de um dia só - Parte V
  • Emeline: Tudo bem, tem um monte de gente que não lê o blog ainda. Hehehe!
  • Patrícia: Mas eu não achei que ela ia cair, falei por que foi a única coisa que apareceu na cabeça!
  • Paixas: Cara, você é mestre em me difamar! Mas eu ainda vou vencer, você vai ver!
  • Samuel: Tirei a foto no show que eles fizeram aqui em Fortaleza (é só olhar a data da postagem pra confirmar a mentira!). Dona Edith deveria agradecer o Elézio, pois foi por uma raiva que ele me fez que o carnaval não durou mais!
  • Brinell: Alpinismo só em montes conhecidos (minha casa). Caso contrário é cana antes (cachaça) e depois (cadeia).
  • Williamylton: Claro (que não!).
Estou finalmente de férias e pra homenagear essa época sagrada vou contar um "causo" que me ocorreu justamente no início das férias de julho do ano passado. O título, além de se referir ao meu retorno para o blog, faz alusão às viagens de volta à minha terra natal. Mãos à obra!

Eu sei, eu sei, tô muito magro na foto... Hehehe!

Belo dia! O primeiro das minhas tão esperadas férias de julho. De malas prontas (mochilas, na verdade) eu ligo pro meu primo pra saber se resta alguma vaga no micro-ônibus dele (por que de graça é mais gostoso! Hehehe!).

- Ei, Leopoldo, tem como eu ir contigo pra Tabuleiro hoje? -
- Tem sim, cara! - Responde ele.
- Beleza! Que horas você passa aqui? -
- Cara, umas 12 e pouco eu tô passando. -
- Tá certo, então! Falou! - Desligo o telefone.

Passei o tempo no orkut, no photoshop, jogando alguma coisa, almocei cedo e quando olhei pro relógio, eram 11:45 da manhã. Era cedo ainda, dava tempo de tomar um banho e tirar a barba pra chegar bonitão lá.
Peguei minha toalha e entrei no banheiro. O banho foi rápido, terminei 12:02 (até olhei no relógio). Quando peguei no barbeador, meu celular começou a tocar. Atendo e o Leopoldo fala:

- Pode descer, cara! Já tô aqui embaixo! -

"Caaarááái"!!! Se eu tiver passado o barbeador na cara mais de 6 vezes foi muito! Me cortei todo!
Correndo doido e nú de um lado pro outro, tive a idéia de aparecer só com a cabeça na varanda. Me vendo, ele seguraria a pressa um pouco mais. Corri pra varanda (de toalha, claro!), e quando pus a cabeça pra fora, vi que o maluco colocou o carro depois do portão de entrada, de onde não dava pra ver a varanda.
Tive que pensar rápido e, como a maioria já deve ter percebido, não sou nada bom com idéias sob pressão.

- Caramba, meu irmão! Ele não vai esperar eu me vestir! Vou perder! Vai ser o jeito descer pra falar com ele! -

Desci as escadas correndo, só de toalha e com a cara toda suja de sangue (no nervosismo o coração dispara e o sangue voa pelos cortes!). No meio do caminho encontro com o Creudo (um dos moradores aqui do prédio) e duas das "old cats" que ele pega. Passo por eles como um raio, mas ainda consigo ouvir a piadinha (tive sorte, o Creudo é policial militar e podia ter me prendido por atentado ao pudor):

- Ei, cara! Cuidado pras mulheres não te agarrarem no meio da rua! -

Como estava muito apressado, nem liguei na hora! Cheguei lá fora e fui falar com o Leopoldo. Preciso descrever a cara com que o povo que ia com ele no micro-ônibus estava olhando pra mim? Acho que não, "né"? No mínimo deviam estar pensando:
- Quem é esse?! Hannibal Lecter versão nudez?! -

É como beber. Depois que você faz a merda, promete nunca mais fazer, mas sempre faz denovo. Nunca aprende.

- Cara, pra mim 12 e pouco é 12 :10, 12:20, não 12:02!!! -

- FIM -

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Atraso nas postagens

Oi, pessoal! Vim aqui pedir desculpas pelo atraso na postagem. Isso está ocorrendo devido à "época da matança" (fim de semestre na faculdade). Estou lascado em várias das cadeiras que estou fazendo e pretendo me safar disso!
Além disso, tenho acolhido amigos que não costumam vir com muita frequência aqui no apartamento (então tenho que aproveitar o pouco tempo livre pra sair) e visitado outras pessoas queridas.
Daqui a pouco mais de uma semana vou viajar para o interior e de lá pretendo continuar a postar aqui no blog.

Obrigado pela compreensão!